Vinho e Filosofia
“Existe mais filosofia numa garrafa de vinho que em todos os livros.” (Pasteur)Arquivo para Vinhos Italianos
Beni Di Batasiolo Frascati 2006
Nunca tome um vinho de uma vinícola por outro. Encantada com o Moscato D’Asti da Batasiolo comprei esta garrafa. Sem graça. Leve, sem aromas interessantes. Absolutamente nada demais.
Crios Torrontes 2006 / Principi di Butera Cabernet Sauvignon 2004 / Pata Negra Gran Reserva 1999
Falta-me tempo para comentar mas não me falta para apreciar. Até mesmo porque diante de dias difíceis de trabalho e dentro de sua própria vida pessoal, uma taça de vinho a noite ou no almoço ajuda a colocar as idéias no lugar! Seguem as últimas apreciações:
Crios Torrontes 2006
Vinho de cor amarelo claro, com aroma de frutas como maça, limão e pêssego. De uma leve acidez acredito ser um vinho leve e simples até mesmo pela sua jovialidade. Bom para diária. Nada de excepcional.
Preço na ocasião: R$ 29,90
Principi di Butera Cabernet Sauvignon 2004Vinho de cor vermelho atijolada de corpo leve, boa acidez, aromas de pimenta, baunilha e madeira. Um italiano bem razoável mas também não me chamou tanto a atenção quanto imaginava.
Preço na ocasião: R$ 44,90
Pata Negra Gran Reserva 1999
Confesso que esperava muito mais. Pela safra, por ser um espanhol e por ser bem recomendado. Pimenta, especiaria, baunilha, menta, mas de corpo médio mas os aromas se abrem com dificuldade. Um bom vinho, é bem verdade.
Preço na ocasião: R$ 46,51
Créditos das imagens: clique nas mesmas.
Vinhos em Família
Alberto Lona diz que não existem momentos específicos para se tomar um bom vinho. Que podemos criar motivos dos mais diversos para tal. Eis um motivo: Família! Vinhos tomados sem compromisso para quem quiser pesquisar e fazer sua análise pois eu me ative ao maior prazer que eles proporcionaram: a companhia da família reunida!
Santa Helena Siglo de Oro Chardonnay 2002 – R$ 23,00 – 12ºC
Catamayor Tannat 2004 – R$ 35,41 – R$ 18ºC
Este já foi devidamente analisado aqui: Bosc dla Rey Moscato D’Asti Batasiolo 2005
Beni di Batasiolo Bosc dla Rei Moscato D’Asti 2005
O vinho é simplesmente um doce prazer. Vinho de sobremesa e do estilo que eu nunca tinha experimentado: frisante.
Comprei este vinho por indicação. Resolvi fazer um encontro de amigas com queijos e vinhos, as quais não estão acostumadas com vinhos encorpados e clássicos.

É um vinho feito com a uva moscato, típica da região do Piemonte na Itália. A vantagem para a mulherada que “babou” sobre as taças é que ele é distribuído pela Expand (tem aqui em Salvador), pode ser facilmente encontrado nas prateleiras dos melhores supermercados, tem baixo teor alcoólico (5,5º contra os 13º comumente encontrados nos vinhos tintos) e um leve teor de gás carbônico que o faz frisante, ou seja, não é um espumante, mas borbulha dando uma sensação de frescor. É um vinho leve, suavemente doce (bem menos que o Aurora).
Deveria ser servido com sobremesa como manda o figurino, mas caiu super bem com os queijos, principalmente com o gorgonzola.
Temperatura de Degistação: 12º C
Cor: amarelo palha
Aromas: frutas cítricas, pêra
Preço na Ocasião: R$ 34,97
Experimentamos na ocasião também um espumante rosé. Um Jalus 2005. Frutado, fresco, mas não vi nada de excepcional além dos outros espumantes. Passarei a investir mais nesta seara para dar maiores informações.
Preço na Ocasião: R$ 35,00
Valpolicella Cesari 2004
A coisa mais difícil que notei no vinho italiano é identificar o nome dele. O rótulo é extremamente complicado.
Tinha uma enorme curiosidade a respeito dos vinhos Valpolicella. Descobri lendo que são da região de Vêneto e são elaborados com as uvas corvina, rondinella e molinara.
Não sei se escolhi o vinho errado, mas este em particular não meu deu grandes prazeres. No olfato nada que surpreenda além das frutas. No paladar muito menos. Leve demais, sem corpo. Diz-se que os vinhos Valpolicella são em sua maioria jovens e para consumo imediato.
Consumi… com pizza.
Temperatura de degustação: 15º a 17ºC
Preço na ocasião: R$ 23,50



